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É chegado o tempo das amoras sanguíneas.
Quase tão doces quanto a garrafa de grapette
da minha infância.
Passei tempo na sombra da amoreira
puxando galhos e degustando.
Quando caia uma frutinha no chão eu pensava:
a deusa ceres está com inveja de mim e também quer.
Mais tarde vou pegar um lençol velho.
Balouçarei a árvore e farei um estoque
para o mais delicioso dos sucos.
Guardarei até algumas pedrinhas de gelo rubro
para adoçar a vodca finlandesa..
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